Os 13 Porquês Livro Grátis? Leia o Primeiro Capítulo Online

Quer saber se Os 13 Porquês vale a pena? Leia o primeiro capítulo grátis online e descubra onde comprar o livro com desconto. livro os 13 porquês livro em português com promoção desconto cupom para você aproveitar

1/26/20268 min read

livro 13 porques gratis
livro 13 porques gratis

Você já se perguntou se Os 13 Porquês, de Jay Asher, realmente vale a pena ou se o impacto do livro vem mais da polêmica do que da história em si? Antes de formar sua opinião, vale conhecer a narrativa que fez milhões de leitores refletirem sobre empatia, responsabilidade e como nossas atitudes podem afetar a vida das pessoas ao nosso redor.

O livro acompanha um estudante que recebe fitas gravadas por uma colega de escola, levando-o a revisitar acontecimentos do passado e enxergar situações cotidianas sob uma nova perspectiva. Os 13 Porquês não é apenas um livro jovem adulto, mas uma obra que convida à reflexão sobre convivência, escolhas e consequências.

Se você quer saber se esse livro é pra você, aproveite para ler o primeiro capítulo aqui no site e entender o tom da história antes de continuar.
E se decidir seguir com a leitura completa, o livro está disponível com desconto no link abaixo.
👉 Clique aqui para conferir.

Olá, meninos e meninas. Quem fala aqui é Hannah Baker. Ao vivo e em estéreo. Não acredito.

Sem promessa de retorno. Sem bis. E, desta vez, sem atender aos pedidos da platéia. Não posso acreditar. Hannah Baker se matou.

Espero que vocês estejam prontos, porque vou contar aqui a história da minha vida. Mais especificamente, por que ela chegou ao fim. E, se estiver escutando estas fitas você é um dos motivos.

Que? Como assim?

Não vou dizer qual fita tem a ver com sua participação na história. Mas, não precisa ter medo. Se você recebeu essa caixinha bonitinha, seu nome vai aparecer…Eu prometo

Afinal, uma garota morta não mentiria.

Espera aí! Isso está parecendo uma piada. Por que uma garota morta não mentiria? Resposta: porque ela não pode mais falar!

Será que é um bilhete de suicídio às avessas?

Vai, pode rir.

Tudo bem. Eu achei engraçado

Antes de Hannah morrer, ela gravou este monte de fitas. Mas por quê?

As regras são bem simples. São só duas. Número um: você escuta. Numero dois: você repassa. Espero que nenhuma delas seja fácil para você

– O que você está ouvindo?

– Mãe!

Levanto rápido e aperto várias teclas ao mesmo tempo.

– Pô, mãe, você me assustou! Não é nada. É só um trabalho de escola.

Minha resposta automática para tudo. Vai sair e voltar tarde? Trabalho de escola. Preciso de mais dinheiro? Trabalho de escola. Agora, as fitas de uma menina. A menina que engoliu um monte de comprimidos há duas semanas.

– Trabalho de escola. – Posso ouvir?

– Não é meu.– Arrasto a ponta do pé no chão. – Estou ajudando um amigo. É de história. E é chato.

– Se é assim, então você é mesmo um bom amigo.

Ela se apóia no meu ombro ergue um trapo empoeirado, uma das minhas velhas fraldas de pano, e tira uma fita métrica guardada embaixo. Beija minha testa.

– Vou te deixar em paz.

Espero a porta se fechada, coloco o dedo sobre o play. Meus dedos, minhas mãos, meus braços, meu pescoço, tudo em mim parece oco. Sem forças para apertar um simples tecla.

Pego a fralda e jogo sobre a caixa de sapatos para tirá–la da minha visão. Queria nunca ter visto aquela caixa, nem as setes fitas dentro dela. Apertar o play a primeira vez foi fácil. Moleza. Não tinha idéia do que ouviria.

Mas, agora, é uma das coisas mais assustadoras que já fiz. Abaixo o volume e aperto play.

… um: você escuta. Número dois: repassa. Espero que nenhumas delas seja fácil para você.

Quando terminar de ouvir os treze lados – porque há treze lados para toda história – rebobine as fitas coloque– as de volta na caixa e repassa– as para quem vier depois da sua história. E você, que é o ferlizardo número treze, pode levar as fitas direto para o inferno. Dependendo da sua religião, talvez eu encontre você por lá

Caso você se sinta tentado a romper as regras. Saiba que fiz uma cópia das fitas. Essas cópias serão liberadas de uma maneira bem escandalosa se o pacote não passar por todos vocês.

Não tomei essa decisão no calor do momento. Não me menosprezem…mais uma vez.

Não de modo algum ela poderia pensar nisso.

Vocês estão sendo observados.

Meu estomago se contrai todo, pronto para me fazer vomitar se eu deixar. Perto de mim tem um balde plástico, de cabeça para baixo, em cima de um banquinho. Com dois passos posso alcançar a sua alça e virá– lo para cima, se precisar.

Eu mal conhecia Hannah Baker. Quer dizer, queria conhecê–la. Queria conhecê–la melhor, mas não tive muita oportunidade. No verão, trabalhamos juntos no cinema. Não faz muito tempo, ficamos numa festa. Mas não tivemos oportunidade de nos aproximar. E nunca a menosprezei. Nunca.

Essas fitas não deveriam estar aqui. Não comigo. Só pode ser engano. Ou uma brincadeira de mau gosto.

Puxo a lata de lixo, arrastando–a. apesar de já ter olhado uma vez, observo o embrulho de novo. Deve ter um endereço de remetente em algum lugar. Talvez não tenha enxergado.

As fitas do suicídio de Hannah Baker estão passando de mão em mão. Alguém fez uma copia e me mandou só para me zoar. Amanhã, na escola, alguém vai rir ou dar um sorrisinho malicioso e desviar o olhar. Aí eu vou saber.

E então? O que vou fazer? Eu não sei.

Quase que me esqueço, se você estiver na minha lista, deve ter recebido um mapa.

Deixo o embrulho cair de novo no lixo. Eu estou na lista.

Algumas semanas atrás, alguns dias antes de Hannah tomar os comprimidos, enfiaram um envelope pela fresta do meu armário na escola. No lado de fora do envelope estava escrito em caneta vermelha: “Guarde isso. Você vai precisar.” Dentro tinha um mapa da cidade dobrado.

Mais ou menos uma dezena de estrelas vermelhas marcavam diferentes áreas.

Nos primeiros anos da escola, usamos esses mesmos mapas da Câmara de Comércio para aprender o norte, sul, leste, oeste. Pequenos números azuis, espalhados pelo mapa, remetiam ao nome dos estabelecimentos listados nas margens.

Guardei o mapa na mochila. Pensei em mostrar para o pessoal da escola, para ver se mais alguém tinha recebido. Para ver se alguém sabia o que significava aquilo. Mas, com o tempo, acabou escorregando para baixo dos livros e cadernos e me esqueci totalmente dele. Até agora.

Nas fitas vou falar de vários lugares da nossa querida cidade para você visitar. Não posso forçar ninguém a ir até lá, mas, se você estiver a fim de entender o que realmente aconteceu, então siga as estrelas. Ou se, se preferir, jogue fora o mapa. E eu nunca vou ficar sabendo.

Enquanto Hannah fala através dos alto– falantes empoeirados, sinto o peso da mochila pressionar minhas pernas. Lá dentro, amassado em algum lugar no fundo está o mapa.

Ou talvez, eu fique sabendo, Na verdade, não tenho muita certeza de como essa coisa de morte funciona. Talvez eu esteja atrás de você bem agora.

Eu me inclino para a frente, apoiando os cotovelos na bancada. Enterro o rosto entre as mãos, escorrego os dedos para trás e me surpreendo com o cabelo molhado de suor.

Desculpa! Isso não foi legal. Pronto Sr Foley?

Justin Foley. Um aluno do último ano. Foi o primeiro beijo da Hannah. Mas por que eu sei disso?

Justin, docinho, você foi meu primeiríssimo beijo. A primeiríssima mão que eu segurei. Mas você não passou de um cara mais ou menos. E não digo isso para ser má–não. Tinha alguma coisa em você que me fez precisar ser sua namorada. Até hoje, não sei bem que coisa era essa. Mas estava lá…e era de uma força absurda. Você não sabe disso, mas, há dois anos, quando eu estava no primeiro ano e você no segundo, eu costumava seguir você. Como aula prática, eu havia escolhido trabalhar na secretaria, por isso sabia quais eram suas aulas. Fiz até uma cópia dos seus horários, que tenho guardado aqui em algum lugar. E, quando vasculharem meus pertences provavelmente vão jogá– los fora, pensando que uma paixão de aluna do primeiro ano não tem importância. Mas será que tem?

Para mim, tem. Voltei no tempo até você para encontrar um início para a minha história. Aqui é onde ela realmente começa.

Então, onde estou nessa lista, entre essas histórias? Segundo? Terceiro? Será que vai piorar conforme for se desenrolando? Ela disse que o décimo terceiro felizardo podia levar as fitas para o inferno.

Quando você chegar ao fim das fitas, Justin, espero que compreenda o seu papel nisso tudo. Porque talvez pareça um papel pequeno agora, mas é importante. No fim, tudo tem importância.

Traição. É um dos piores sentimentos.

Sei que você não tinha atenção de me magoar. Na verdade, a maioria de vocês, que estão ouvindo as fitas, provavelmente não tinha ideia do que estava fazendo… – do que realmente estava fazendo.

O que eu estava fazendo. Hannah Porque sinceramente não sei. Aquela noite, se for a noite que estou pensando foi tão estranha para mim quanto para voe. Talvez até mais para mim, já que continuou sem saber o que aconteceu.

Nossa primeira estrela vermelha pode ser encontrada em C– 4. Com o dedo, ache a letra C e desça até o número 4. Isso mesmo, como batalha naval. Quando você termina de ouvir esta fita, vai até lá. Nos moramos naquela casa por pouco tempo no verão anterior ao meu ano de caloura no colegial; foi a primeira casa onde moramos quando chegamos á cidade.

E foi onde te vi pela primeira vez, Justin. Talvez você se lembre. Você estava apaixonado pela minha amiga Kat. Faltavam ainda dois meses para as aulas, e a Kat era a única pessoa que eu conhecia, porque morava bem na casa ao lado. Ela me contou que você tinha ficado em cima dela no ano anterior. Não literalmente em cima, lógico. Só paquerando e esbarrando acidentalmente nela nos corredoras.

Quer dizer, os esbarrões eram por acaso, certo?

Kat me contou que, no baile do fim de ano. Você finalmente criou coragem para fazer algo além de olhar e tombar com ela. Vocês dançaram todas as músicas lentas juntos. Ela me falou que não ia demorar para deixar você beijá–la. O primeiríssimo beijo da vida dela. Que honra!

As histórias devem ser pesadas. Pesadas mesmo. É só por isso que as fitas estão passando de uma pessoa para outra. Por medo.

Por que alguém iria querer enviar pelo correio um pacote de fitas que culpassem você por um suicídio? Ninguém ia querer fazer isso. Mas Hannah quer que nós, todos da lista, escutemos oque ela tem a dizer. E faremos o que ela diz, passando as fitas adiante, nem que seja só para mantê–las longe das pessoas que não estão na lista.

“A lista”. Soa como um clube secreto. Um clube exclusivo.

E por alguma razão, estou nele.

Eu queria saber como você era, Justin, por isso ligamos da minha casa e pedimos para você dar um pulo até lá. Ligamos da minha casa porque Kat não queria que você soubesse onde ela morava… pelo menos não ainda…se bem que a casa dela ficava bem do lado.

Você estava jogando bola – basquete, beisebol, se lá – e podia aparecer mais tarde. Então, nós ficamos esperando.

Basquete. Muitos de nós, calouros do ensino médio, jogamos naquele verão, sonhando em entrar para o time do colégio. Justin, apesar de estar então só no segundo ano, já tinha um lugar reservado no time da universidade. Por isso, jogávamos com ele. Queríamos ser bons. Alguns conseguiram.

Outros, infelizmente, não.

Ficamos sentadas na sacada, conversando durante horas, quando, de repente você e um de seus amigos – oi, Zach! – subiram a rua.

Zach? Zach Dempsey? A única vê que eu vi Zach com Hannah, mesmo que rapidamente, foi na noite que eu a conheci.

Duas ruas se encontram na frente da minha antiga casa, com um T de cabeça para baixo. Vocês vinham subindo pelo meio da rua, na nossa direção

Se Os 13 Porquês despertou sua curiosidade, a melhor forma de decidir é conhecendo o início da história. Logo abaixo você pode ler o primeiro capítulo completo e tirar suas próprias conclusões.

Caso queira continuar a leitura, aproveite que o livro está com desconto por tempo limitado.
👉 Clique aqui para acessar o link e garantir o seu exemplar.